sexta-feira, 1 de agosto de 2014
sábado, 28 de dezembro de 2013
Alberto Rivera: Ex-Jesuíta
Alberto Rivera era um padre Jesuíta. Sua mãe morreu quando ele era muito jovem, formou em sua mente que procurando um padre ele aprenderia a verdade sobre Deus.Sua consciência procurava onde estava a verdade. Ganhou uma bíblia, que passou a lê-la debaixo das cobertas. Muitos fatos deixaram-no decepcionado. Trabalhou como Saulo da bíblia para o crescimento da igreja Católica e a derrocada do Protestantismo. Quando a sua vida estava se esgotando Jesus livrou-o e agora podia testemunhar. Mas, sua história não para aqui.
Como um padre Jesuíta estava sendo orientado para ser lider, Alberto Rivera era treinado dentro dos planos por seus superiores. Muitos do que eles disseram não poderia ser escrito (ninguém ousaria).
Os testemunhos quando foram para o publico sofreram ataques da igreja católica diretamente no seu autor.
Como resultado de seu testemunho, Alberto Rivera contribuiu para que muitos católicos romanos achassem a paz verdadeira e a confiança em Jesus, e o mais importante para sua salvação, em vez de confiar em papas, sacramentos ou bons trabalhos. Depois de ler uma parte de sua história, você pode entender por que ele produziu controvérsia mundial. Você nunca mais verá o catolicismo do mesmo modo novamente!
O editor dos quadrinhos que contam o testemunho da vida do Ex-Jesuíta Alberto diz o seguinte: “Dezoito anos atrás, pela providência de Deus, o Senhor indicou um homem com uma mensagem vital junto com um homem que teve um veículo para espalhar isto. Eu agradeço a Deus por me permitir trabalhar com Alberto na criação dos seis quadrinhos das Séries de Alberto. O propósito destas obras de Deus são: 1. Expor o catolicismo romano para o mundo e obtruir seu programa de trabalho. 2. Trazer o evangelho para um bilhão de católicos romanos presos em um sistema religioso sem salvação.”
Nós achamos que muitas pessoas têm perguntas depois de ler esta história verdadeira.Eis as respostas para estas perguntas.
Era Alberto realmente quem reivindicou ser?
Assim que o testemunho de Alberto Rivera ficou público, a Igreja católica romana começou seu plano de boicotar esta operação. Alberto sabia demais! Ter sido preparado para liderança dos Jesuítas, ele tinha informações em coisas muito sensíveis para escrevê-las. Agora ele estava dizendo tudo o que sabia ao mundo!
Alberto estava sendo denunciado como se nunca tivesse sido um padre, embora ele possuisse documentação clara. Um artigo escrito por Gary Metz, atacava Alberto e o acusava de todos os tipos de coisas. Alberto recusou-se a gastar sua vida discutindo com seus acusadores. Ao invés, ele marchou em frente, pregando o evangelho, e confiante na proteção de Deus.
O mais famoso destes ataques pessoais foi uma carta aberta publicada em “Cristianismo Hoje”, que tinha sido copiado e distribuído em torno do mundo muitas vezes no ano de 1980. Ao ler este ataque um Cristão chamado James Houston, que leu o suficiente da história para saber a verdade sobre Alberto, defendeu-o dizendo:” E vital para aqueles cristãos que sabem que eles estão desmentindo a Bíblia entenderem a natureza da igreja católica. Entenderão porque precisam alcançar apaixonadamente os católicos e mostrar-lhes a salvação pela fé em Jesus Cristo. Se esta carta que o “Cristianismo Hoje” está distribuindo para atacar a mensagem do Ex-Padre Alberto até negando que sempre fora um padre, é apropriado que façamos refutação. Daí iremos entender a natureza desta igreja.”
Antigos católicos que, depois de o encontrar, reconheceram imediatamente que ele era o Padre Alberto Riviera. Donna Eubanks Ex-Irmã Superior)
“Eu sou agora uma cristã verdadeira, pela graça de Deus, depois de 23 anos como uma freira das Irmãs de St. Joseph. Eu posso atestar, de conhecimento pessoal, que o Dr. Rivera está dizendo a verdade sobre o Sistema católico romano.”
Clark Butterfiels (Ex-padre)
“Depois de ler a história do Ex-Padre Alberto que percebi que eu não estava só em meu desejo como um antigo padre para trazer salvação para os milhões de cativos do sistema católico romano. Eu sou honrado por ser um associado com o ministério do Dr. Rivera.”
Documentos que comprovam a identidade do Jesuíta Alberto Rivera.
Identidade: Este cartão de I.D. era emitido pelo governo espanhol na Espanha em 1967, debaixo da regra do ditador espanhol Franco. Suas forças de segurança eram igualmente tão rígidas quanto a Gestapo era na Alemanha. Para obter este documento, Alberto teve que prover certidão de nascimento, documentos de identificação e prova positiva de sua arquidiocese de ser um padre. Várias organizações de segurança eram envoltas, semelhante a CIA e FBI. O padre, Alberto Rivera, teve que ser aprovado por todas estas organizações para receber este documento. Não existia nenhum modo de ter sido uma falsificação. Não existe nenhuma duvida que ele era um padre. O que você vê aqui é prova positiva. Iste documento era concedido por um governo que garantiu submissão absoluta para o papa através de concordata assinada pelo governo da Espanha e o Vaticano.
Alberto Rivera quando era padre jovem, foi o Diretor da Escola de Paróquia em San Lorenzo, Tarrasa, Espanha.
Ele recebeu uma carta do Arcebispo de Madrid- Alcala dando a ele permissão para viajar em países estrangeiros à serviço do papa.
Depois que se livrou do juramento de celibato imposto pela igreja católica Alberto casou-se com Nury e tiveram um filho de nome Alberto Jr. Constituiu um ministério com um “Centro de informações anti-cristãs” divulgando a verdade sobre Jesus e a diferença que é o Cristo pregado pelo Vaticano.
O Dr. Alberto em 1997 ficou acamado e muito doente, vindo a falecer em 20 de junho do mesmo ano. Suas finanças já estavam deterioradas pois mantinha-se com o ministério que fazia e viajava muito. Sua esposa Nury continua seu ministério do “Centro de informações”.
Matéria compilada do site:
Chick Publications.
Fonte: colhido do site www.vivalegre.com.br/materias/materia.asp?cod=554
Conheça O Papa Negro: Chefe da Ordem Assassina dos Jesuítas
Adolfo Nicolás Pachón, (Villamuriel de
Cerrato, Palência, 29 de Abril de 1936) é
um sacerdote católico espanhol, Prepósito-Geral da
Companhia de Jesus (Ordem dos Jesuítas) desde 19 de
Janeiro de 2008. Conhecido entre o estudantes de crimes católicos
como O PAPA NEGRO.
IHS
é o símbolo dos Jesuítas. Ensinam que significa “Iesus, Homo Sanctus”. Mas na realidade
são as iniciais de “Isis, Horus, Seb”, três deuses que vinham logo abaixo
do deus Sol.
Notícia de 2008 do
Jornal O Globo sobre a eleição do Papa Negro:
Conforme
a tradutora Mary Schultze, o escritor Eric Von Phelps - dono do site Vatican Assassins acusa
os Jesuítas de
serem responsáveis por todos os conflitos mundiais e pelos assassinatos políticos
e religiosos dos últimos 460 anos. De acordo com Phelps, os Jesuítas mandaram
matar o Presidente Kennedy:
Phelps
também afirma que muitos judeus e gentios pertencentes aos mais altos escalões
do governo mundial e, principalmente, americano têm sido apenas joguetes nas
mãos do Papa Negro, o General dos Jesuítas, colaborando com este para praticar
maldades contra o povo e os governos democraticamente constituídos, do Ocidente
e do Oriente. Falando do Papa Negro, que ele afirma ser o homem mais poderoso do
mundo, Phelps nos dá as seguintes informações:
[O
papa negro] reside em Roma, na “Igreja de Jesus”, perto do Vaticano, e de lá dá
as ordens aos seus subordinados, no mundo inteiro, para que ajam em nome do
Vaticano. Diz Phelps que nessa Igreja também funciona a base geral dos Cavaleiros de Malta, a Ordem mais poderosa, depois da Sociedade
Jesuíta. [Os papas nada podem fazer sem o consentimento do General dos
Jesuítas. Os Cavaleiros de Malta são especializados em altos negócios e atos de
terrorismo.]
O
General dos Jesuítas, bem como todos os altos dignitários da Ordem, são feiticeiros luciferianos, que celebram “missas
negras”, vestidos e encapuzados de negro, praticando rituais
de magia.
O Dr. Alberto Rivera, ex-Jesuíta convertido a Jesus Cristo, afirma a
mesma coisa, num dos seus livros publicados por J.Chick. Por ter se convertido ao verdadeiro Evangelho de Jesus
Cristo e contado ao mundo os horrores praticados pela Ordem à qual pertencera
durante muitos anos, o Dr. Rivera foi perseguido com cinco tentativas de assassinato, tendo falecido (não se sabe se de câncer ou outra
“moléstia’), há cerca de 4 anos, em Oklahoma, USA.
Nesse
mesmo livro, o Dr. Rivera conta que, após o Concílio Vaticano II, o Papa Negro
(que nessa época era o Pe. Pedro Arrupe), explicou o que significava a
expressão “Irmãos separados”, dizendo que era: “irmãos
separados… para morrer”. Esses “irmãos separados” seriam
principalmente os protestantes, judeus e ortodoxos, os mais odiados pelo
Vaticano.
O
conselho superior da Ordem é formado por sete homens da alta hierarquia, seis
brancos e um negro. [Sete é o número da plenitude bíblica e também na nova era},
portanto tinha de ser o número dos líderes da organização jesuíta, como é,
também, das empresas de sociedade anônima. Esta Ordem é uma empresa militar anônima
a serviço do Vaticano.]
O
mandato do General é perpétuo, exceto se ele for considerado um “herege”. Os
jesuítas que exercem cargos importantes são obrigados a fazer um “pacto de
sangue” [deixamos de transcrever aqui o conteúdo desse pacto, que consta da
entrevista do jornalísta Rick Martín, simplesmente porque ficamos estarrecidos
com o mesmo.]
Diz
o escritor Phelps que os jesuítas são os verdadeiros autores do livro “Os
Protocolos dos Sábios de Sião” e que existem muitas versões do mesmo, adaptadas
a cada país onde são distribuídas. Voltando ao General dos Jesuítas, é ele quem
controla todos os governos da terra, através dos seus “provinciais”. Para a
Ordem é fácil conseguir agentes em todos os países, através da educação
e doutrinação religiosa que seus padres oferecem em quase todos as cidades
do mundo. Não existe um país onde eles não estejam agindo, através dos seus
subordinados. [Um dos auxiliares do Cardeal Spellman, no “Pequeno Vaticano”,
que funciona dentro da enorme e luxuosa Catedral de São Patrício, nos anos 70,
era natural do Ceará, da familia Arraes de Alencar.
Os
jesuítas são proprietários de quase todas as atividades esportivas nos Estados
Unidos [e quem sabe, também, no Brasil]. Eles comandam os enormes estádios.
Também comandam as atividades recreativas criadas por Walt
Disney, um Judeu maçom grau 33.
Diz Phelps que eles gostam de usar Judeus como testas de ferro em várias
empreitadas, a fim de que, no caso de um escândalo, a culpa recaia sobre os
mesmos, que têm sido o bode expiatório do mundo inteiro.
Através
de muitas diversões, os Jesuítas iludem as pessoas, oferecendo-lhes prazer e
divertimento, enquanto trabalham no sentido de erradicar
os governos protestantes,no Ocidente.
O autor explica que Las
Vegas, com os seus cassinos famosos, está nas mãos da Máfia. Contudo, os
mafiosos da alta cúpula são todos católicos praticantes, levando a sério a sua
religião e obedecendo cegamente os seus párocos. A alta cúpula está sempre na
dependência espiritual do Arcebispo de Nova York (atualmente o Cardeal Edward
Egan), onde fica o quartel general da Máfia. Hollywood também pertence aos
Jesuítas e os Judeus que aparecem como proprietários das companhias
cinematográficas não passam de testas de ferro da Ordem.
Diz
Phelps que o General dos Jesuítas é o ditador, absolutamente autocrata, da
Ordem. Quando ele fala, seus padres provinciais obedecem cegamente. Existem
cerca de 83 provinciais no mundo, atualmente. Tudo indica que a Ordem dividiu o
mundo em 83 regiões diferentes. Para cada região há um provincial, sendo que
para os Estados Unidos [onde a Ordem detém uma fortuna incalculável, inclusive
com mais de 50% de ações no maior banco - o Bank of América] foram designados dez provinciais. Na América
Central há um provincial, bem como também um, na Irlanda. [Supomos que no
Brasil existe apenas um, na certa residindo discretamente num desses colégios
jesuítas que existem em quase todas as cidades importantes do país.]
O
seu governo segue os moldes babilônicos do tempo de Nabucodonosor, representado
pelo próprio General. É a forma romana de governo, com tudo centralizado numa
soberania mundial. [Costuma-se dizer que o papa JP2 [era] o homem mais rico do
mundo. Contudo, este General é o mais poderoso e, também, é riquíssimo, pois
sua Ordem fatura bilhões de dólares no mundo inteiro, anualmente, segundo o
escritor britânico Avro Manhattan, em seu livro “The Vatican Billíons“. Avro foi o maior pesquisador e historiador do
Vaticano, no Século XX, tendo publicado 20 livros sobre o assunto.]
Sempre
que deseja iniciar uma agitação social, revolução ou guerra, o General convoca
um encontro com os seus provinciais e juntos ouvem as informações do
provincial, onde essa agitação deverá acontecer, a respeito das queixas do povo
desse país e nessas informações se baseia o General para ordenar o inicio da
agitação. [Isso confere com o que lemos nos livros "The
Vatican’s Holocaust" e "The Vatican in World Politics; de Avro Manhattan.] Nos Estados Unidos, a Ordem usou o “Movimento
dos Direitos Civis”, através do agitador Martin Luther King, que o autor chama
de “Lúcifer King”. Nos Estados Unidos eles começaram uma agitação, que culminou
com a assinatura do Ato dos Direitos Civis. O objetivo dessa agitação foi
concentrar a autoridade do poder em Washington, onde os Jesuítas têm o seu
quartel general. Esse documento foi redigido por Theodore Herburg (Cavaleiro de
Malta), o qual foi presidente da “Universidade Notre Dame; durante muitos anos,
pertencente à Ordem Jesuíta. [Dessa Universidade emergiu, nos anos 60, o
Movimento Carismático, o qual ajudaria a unir católicos e protestantes,
principalmente os pentecostais, nas Américas Este foi um dos muitos golpes de
mestre dos Jesuítas ]
Os
provinciais do mundo inteiro governam os Jesuítas inferiores e muitos deles não
fizeram o “pacto de sangue”. Essa instituição é igual à da Maçonaria, na qual o maçom de grau inferior nunca
sabe o que acontece nos bastidores mais elevados da Ordem e trabalham, simplesmente, achando que estão
fazendo uma obra digna, como bons soldados desse exército poderoso. E o mais
incrível, diz Phelps, é que os maçons dos mais altos graus também são
subordinados ao general dos Jesuítas. Quando a Ordem Jesuíta foi desfeita pelo
papa, em 1773, Frederico, o Grande (1712-1786), Rei da Prússia e grande amigo
de Voltaire, deu guarida aos Jesuítas e junto com eles escreveu o ritual da
Franco Maçonaria Escocesa. [Por causa desse "ato de caridade" de
Frederico, os Jesuítas foram tomando conta da Alemanha e hoje são os donos desse
país, onde preparam o maior exército do mundo (o Exército da União Européia),
para o caso de uma guerra mundial, que poderá ser o Armagedom. ]
Uma
coisa é certa e irrefutável. Todas as guerras do planeta têm contribuído para o
fortalecimento econômico e político da Ordem Jesuíta, como as guerras
napoleônicas, por exemplo. [Na II Guerra Mundial eles contrabandearam o ouro
dos nazistas para os bancos da Suíça e dos Estados Unidos e ficaram
riquíssimos], sendo que hoje são donos do Federal Reserve Bank, conforme diz Phelps.
Ainda
segundo Phelps, o livro ‘O Conde de Monte Cristo’de Alexandre Dumas, é uma
sátira ao poder jesuíta na França, contando como, após terem sido eles expulsos
pela República, voltaram com todo o poder.
Dumas
lutou junto com os patriotas italianos, em 1848, a fim de libertar Roma do
poder temporal do papado. Ele escreveu vários livros, sendo “O Conde de Monte
Cristo” o mais conhecido. Lendo este livro podemos observar que o Conde de
Monte Cristo é invencível, como a Ordem que ele representa. Contudo, existe
algo que ele não pôde conseguir, ou seja, o amor da mulher que havia deixado na
França. Ele conseguiu receber de volta todo o poder político, riqueza e
prestígio, enfim, tudo que havia perdido, menos a mulher amada. Os jesuítas não
podem casar pois se constituíssem família teriam obrigações e deixariam em
segundo plano a lealdade e cega obediência ao seu General.
Eles
podem trair qualquer nação e depois sumir… sem deixar rastro. Podem se livrar
dos católicos irlandeses que embarcaram no Titanic e depois sumir… sem deixar
rastro. Podem liquidar qualquer desafeto seu, que entre num hospital e lá
receba uma dose letal de Raios X, drogas, uma cirurgia inacabada e depois
sumir… sem deixar rastro. [Podem liquidar qualquer pessoa, em qualquer parte do
globo, inclusive o autor do livro, o entrevistador, Rick Martin, a tradutora da
entrevista e depois sumir... sem deixar rastro. Que Deus tenha piedade de todos
nós!] Fazem isso com a maior naturalidade, afirmando que tudo é para a glória
de Deus (Ad Majorem Dei Gloriam). [Glória maior para o deus deste século, o
qual não é o nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Glória maior para o seu
deus, que é mencionado pelo apóstolo Paulo, na 2 Coríntios 11:14.]
O objetivo
maior da Ordem Jesuíta é a reconstrução do Templo de
Jerusalém, a fim de lá entronizar o papa de Roma, de onde este deverá governar
o mundo. [...]
Sobre Inácio
de Loyola (fundador dos Jesuítas) diz o
autor do livro“VatícansAssassíns”:
Quando
Inácio de Loyola fundou a Ordem Jesuíta, uma das primeiras coisas que ele fez
foi ir para Jerusalém, a fim de lá estabelecer o seu quartel general,
facilitando, desse modo, a entronização do papa naquela cidade. Contudo, o seu
plano fracassou. Ele fora um soldado espanhol ferido na guerra
Franco-Espanhola, cuja perna foi ferida e ficou defeituosa, o que lhe deixou um
complexo de inferioridade, pois, mancando, não poderia conquistar o amor de uma
bela mulher. Entrou em profunda depressão e então se voltou para a religião.
Começou a ler biografias de santos, teve algumas visões “beatíficas” e
dispôs-se a escrever os seus famosos “exercícios espirituais”. Fundou a sua
Ordem (1536) e foi prostrar-se aos pés do papa, a fim de lhe pedir a bênção,
jurando defender o papado, até o final dos tempos. O papa (Pio II) comprou a
idéia, deu-lhe a bênção e, assim, foi sacramentada a Ordem religiosa mais
fanática, perigosa e destruidora que o mundo já conheceu.
Seus
“súditos” espirituais eram obrigados a obedecer-lhe cegamente as ordens, como
até hoje. Loyola tinha uma vontade indomável, uma têmpera de aço e dispôs-se a
recuperar, para o papado, os Estados Europeus perdidos durante a Reforma
Protestante. Logo depois da bênção papal, Loyola e seus comandados começaram a
perpetrar suas obras malignas. Guerras e mais guerras têm acontecido no
planeta, desde a fundação da Ordem. Os Jesuítas são sempre os cabeças em todas
as conspirações globais. Enriqueceram à custa de doações de membros católicos
fanáticos e ricos, sem falar nas apropriações indébitas que têm feito, durante
esses quase 500 anos de existência.
Como
diz o Dr. William P. Grady, em seu livro “Final
Authority”, capítulo 13:
Os
métodos empregados por esta Ordem clandestina são dignos de estudo, visto como
o seu objetivo final ainda permanece em operação na América e na desprezada
Versão Autorizada de 1611 (Bíblia King James). O
modus operandí da Sociedade Jesuíta pode ser delineado pelos seus
seis estágios seguintes:
1) Educação
2) Doutrinação
3) Infiltração
4) Sedição
5) Sedação
6) Perseguição.
A
história dá testemunho de que a apropriação jesuíta sempre começa,
invariavelmente, com o estabelecimento de colégios e universidades
possibilitando o alcance de até altos graus acadêmicos, a fim de atrair da
nação os aspirantes a eruditos. Esse estratagema inaugural de Educação não pode
ser enfatizado demais. A apostasia é concebida sempre na sala de aula. Newman
informa:
Eles
descobriram muito cedo a vasta importância de liderar a mais alta educação como
meio de ganhar o controle das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem
situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos.. A
habilidade acentuada dos padres jesuítas, seus conhecimentos insuperáveis da
natureza humana, sua afabilidade nas maneiras e sua notável adaptabilidade às
idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornavam-nos praticamente
irresistíveis uma vez que entrassem em íntimas relações com a juventude
suscetível.
O
livre pensador Francis Bacon (1556-1626) ficou
tão impressionado com as escolas deles que disse: “Tal como são, gostaria que
fôssemos nós”. Tendo iludido o estudante desavisado ao exibir uma incumbência
para excelência acadêmica, os professores jesuítas perdem pouco tempo em partir
para o segundo estágio, que é a Doutrinação. Newman declara:
Sem
dúvida, é provável que mais tempo tenha sido empregado em moldar os seus
caracteres religioso e moral em completa harmonia com os ideais da Sociedade do
que em assegurar a maestria dos estudos Grande número dos jovens mais
desejáveis que ingressaram em suas escolas, sem intenção alguma de se tornarem
membros da sociedade, foram ganhos através do paciente esforço dos que deles
ficaram encarregados. [Podemos ler sobre este assunto no capítulo 8 da
“Moníta”dos Jesuítas] .
Com
o abandono natural de várias classes graduadas, o terceiro estágio inevitável –
a Infiltração – tem início. Por causa do seu treinamento superior e abrasadora
convicção, muitos dos melhores graduados logo vão ocupar posições de liderança no
governo, no comércio e nas forças armadas. Newman prossegue:
Seu
zelo proselitista os impulsiona às regiões adjacentes e, através do esforço, a
ganhar de volta à fé católica os que tenham se envolvido em “heresia”
Comunidades inteiras foram reavidas em tempo incrivelmente curto.
Esta
absorção na sociedade secular tem sido facilitada pela única isenção permitida
à Ordem – que não precisa usar a vestimenta clerical. Edmond Paris comenta
sobre essa espantosa Ordem secreta:
O
mesmo acontece hoje. Os trinta e três mil membros oficiais da Sociedade operam
no mundo inteiro na capacidade do seu pessoal, como oficiais de um exército
verdadeiramente secreto, contendo em suas fileiras chefes de partidos
políticos, oficiais de altos escalões, generais, magistrados, físicos, professores
de faculdade, etc., todos eles batalhando para realizar em sua própria esfera –
a Opus Dei – em realidade os planos do papado.
A
capacidade de se infiltrar com bastante sucesso tem se tornado. possível
através do quarto estágio – a Sedição. Um verdadeiro jesuíta é a personificação
exata da I Timóteo 4:2:
“…
Pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria
consciência”.
Um
dos seus generais (Suarez) autenticou a Sedição com estas palavras:
É
permitido a um indivíduo matar um tirano por causa do seu direito de
autodefesa. Pois, embora a comunidade não o ordene, deve-se entender sempre que
ela deseja defender-se individualmente em lugar de cada cidadão, e até mesmo de
um estrangeiro… assim, após ter declarado que foi destituído de seu reino, é
legal tratá-lo como um tirano real e, conseqüentemente, qualquer homem tem o
direito de matá-lo.
Quanto
à Sedação, diz o escritor Newman:
Desde
o princípio, eles usaram o confessionário ao máximo como meio de dominar as
almas de homens e mulheres e obter um conhecimento dos assuntos religiosos e
políticos que servisse aos objetivos da Sociedade. Os filhos e filhas dos ricos
e nobres eram buscados por todos os meios para ficar sob a sua influência, e,
para tanto, logo se tornaram seus confessores favoritos, na corte imperial e em
muitas cortes reais da Europa. Era o seu objetivo constante tornar o seu
sistema confessional tão atraente para os ricos e nobres, que sempre vinham
procurá-lo espontaneamente. Para esse fim, o seu sistema casuísta de teologia
moral foi elaborado, no qual eles tinham meios de apaziguar as consciências de
seus súditos, em todos os tipos de mal feitos.
Agora
chegamos ao item – Perseguição.
Após
terem moldado o governante à sua vontade e transformado o infeliz em
instrumento subserviente de sua política, eles sempre ficaram ao lado deste,
ditando as medidas a serem empregadas para a erradicação da heresia e completa
reforma do seu reino, conforme o ideal jesuíta, e sempre estavam prontos, com
total autoridade papal, a conduzir o seu trabalho inquisitorial.
Enquanto
as facções protestantes ficavam enroscadas em disputas doutrinárias, cada vez
mais extensas, as ágeis tropas de Loyola empregavam o seu plano sêxtuplo com o
maior sucesso, num país após o outro.
Os
Jesuítas são uma organização militar e não uma ordem religiosa. Seu líder é um
general de exército, não um mero abade superior de um mosteiro. O objetivo da
Ordem é o poder. Poder no mais despótico exercício. Poder universal e absoluto
para controlar o mundo através da vontade de um único homem. O Jesuitismo é a
mais absoluta forma de despotismo e também o mais enorme de todos os abusos… O
General dos Jesuítas insiste em ser mestre soberano sobre toda a soberania.
Onde quer que os Jesuítas sejam admitidos, eles serão os mestres, a qualquer
preço. Sua Sociedade é, por natureza, ditatorial e, portanto, inimiga de
qualquer autoridade constituída. Todos os seus atos criminosos, por mais atrozes, quando cometidos no interesse
da Sociedade, ou por ordem do General, significam
obras meritórias”.
Em
toda a cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários.
Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças,
esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas - o mais cruel, sem
escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados
de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das
afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não
conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a
não ser o de estender o seu poderio. O evangelho de Cristo havia habilitado
seus adeptos a enfrentar o perigo e suportar sem desfalecer o sofrimento, pelo
frio, fome, labutas e pobreza, a fim de desfraldar a bandeira da verdade, em
face do instrumento de tortura, do calabouço e da fogueira. Para combater estas
forças, o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os
habilitava a suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as
armas do engano. Não havia para eles crime grande demais para cometer, nenhum
engano demasiado vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para
assumir. Votados à pobreza e humildade perpétuas, era seu estudado objetivo
conseguir riqueza e poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e
restabelecimento da supremacia papal.
Quando
apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e
hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao
mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse
irrepreensível exterior, ocultavam-se freqüentemente os mais criminosos e mortais
propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios.
Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram
perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob
vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até
conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se servos para
agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os filhos dos
príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais
protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais. Toda a pompa e
ostentação exterior do culto romano eram levadas a efeito a fim de confundir a
mente e deslumbrar e cativar a imaginação; e assim, a liberdade pela qual os
pais tinham labutado e derramado seu sangue, era traída pelos filhos. Os
jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, aonde quer que iam, eram
seguidos de uma revivificação do papado.
Para
lhes dar maior poder foi promulgada uma bula restabelecendo a inquisição.
Apesar da aversão geral com que era considerado, mesmo nos países católicos,
este horrível tribunal foi novamente estabelecido pelos chefes papais, e
atrocidades demasiado terríveis para suportar a luz do dia, foram repetidas em suas
masmorras secretas. Em muitos países, milhares e milhares da própria flor da
nação, dos mais puros e nobres, dos mais intelectuais e altamente educados,
piedosos e devotados pastores, cidadãos operosos e patrióticos, brilhantes
sábios, artistas talentosos, hábeis artífices, foram mortos ou obrigados a
fugir para outros países.
Tais
foram os meios que Roma invocara a fim de apagar a luz da Reforma, para retirar
dos homens a Bíblia e restabelecer a ignorância e a superstição da Idade Média.
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