quarta-feira, 22 de junho de 2011

Zeitgeist - O Espirito de uma época

TRECHO DAQUELE QUE JÁ É CONSIDERADO COMO O ´MAIOR SUCESSO ENTRE TODOS OS FILMES DE TEORIA DA CONSPIRAÇÃO´, "ZEITGEIST: O ESPÍRITO DE UMA ÉPOCA", QUE TENTA DESMISTIFICAR O CRISTIANISMO.

Refultando Zeitgeist

Havia um comercial que incentivava o uso de óculos, feito por um cego. Ele não havia usado os óculos quando lhe fora recomendado, e alertava para o perigo de não se querer usá-los por uma questão estética. Em determinado momento, ele dizia: "Quando agente não quer, qualquer desculpa serve.". Isto virou uma espécie de refrão popular de uso geral, principalmente em relação à não aceitação daquilo que, pelas evidências, torna-se incontestável.

Seguindo na linha da neurose (muitas vezes pouco documentada) das teorias de conspiração vigentes, o filme "Zeitgeist" (em alemão, algo como "Espírito de um tempo, uma época") virou ´febre´ na Internet. Visto por mais de dez milhões de pessoas, o seu intento principal é levantar suspeitas contra o governo dos EUA. Dividido em três partes, as duas últimas abordam a teoria da conspiração em torno do ataque às torres gêmeas, em 11/09/01 e os recursos do FED, a reserva federal americana.

Para os criadores de Zeitgeist, a liderança dos EUA foi responsável pelos ataques às torres gêmeas e está orquestrando um monopólio institucional global e que visa o controle do mundo inteiro, a partir do domínio econômico. Até aí, nada de novo ou extraordinário... Contudo, o problema é a primeira parte do filme.

Intitulada "A Maior História Jamais Contada" ("The Greatest Story Ever Told") a primeira parte do filme segue "revelando" como "Jesus Cristo não passa de uma personagem de ficção, um "híbrido literário e astrológico", e um "plágio explícito" do deus egípcio Hórus. "O cristianismo, juntamente com as outras crenças teístas, é a fraude da era", afirma o narrador, e "dá o poder a quem sabe a verdade mas usa o mito para manipular e controlar sociedades". São 35 minutos de argumentos e teorias depois das quais se conclui: "O mito religioso é o artifício mais poderoso alguma vez criado, e serve como solo psicológico para que outros mitos possam florescer."".

Agora, nosso site apresenta para você, caro leitor, o trecho exato que nos interessa neste que já se tornou um fenômeno entre os filmes de teorias conspiratórias. Sabedores de que há muito que nos é ocultado por corporações, governos, sistemas, etc., e que temos de ter acesso à verdade, sem sombra de dúvida, esmeramo-nos porém em tentar separar o que é trigo do joio, pois nesta onde de se ´desacreditar de tudo´, outra forma de ´controle´ pode estar passando desapercebidademente: Uma insurgência contundente, mal orquestrada mas vociferante e extramamente ´barulhenta´ contra o Cristianismo. 

Não creio, de maneira nenhuma que isto seja algo à toa. Esta é uma tática que JÁ PODE SER OBSERVADA, PRINCIPALMENTE TENDO COMO INSTRUMENTO A INTERNET, FEITA POR GRUPOS ESOTÉRICOS E NEO-PAGÃOS, DE (APARENTEMENTE) SE INSURGIR CONTRA UM SISTEMA DE CONTROLE GLOBAL APRESANTANDO (OBSERVE) O PRÓPRIO CRISTIANISMO COMO O ORQUESTRADOR DESTE SISTEMA DE CONTROLE! 

Quem conhece um pouco do Cristianismo sabe que este nada tem a ver com ocultismo, controle, adoração idolátrica, etc. Pelo contrário!! Confundir o Cristianismo com esta ou aquela vertente religiosa cristã é outra tática usada por neopagãos e neoteístas esotéricos para confundir as mentes dos mais materialistas, enveredando-os para o estudo do ocultismo e da magia, sendo (este sim) seu maior objetivo!! Veja, a seguir, o curioso trecho do filme Zeitgeist:


São 26 minutos. Você pode clicar em "play" e em "pause" e esperar carregar. Depois, clique em "play" novamente, e veja ininterruptamente.

A Igreja de Jesus Cristo não é a igreja católica ou qualquer ramificação cristã institucional, seja ela ortodoxa, evangélica, mística etc., mas a comunidade dos que crêem de acordo com o padrão das Escrituras que, indubitavelmente, vêm sendo confirmadas historicamente. Fugir deste fato é deixar o gigantesco conjunto de evidências favoráveis e submergir no nebuloso oceano das especulações que surgem (ou ressurgem) com evangelhos gnósticos, mitos pagãos antigos, teorias conspiratórias loucas, paranóia religiosa e, enfim, da espiritualidade "atrativa" mas distorcida do oculto.

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